Estudo identifica 11 hábitos perigosos na preparação e conservação de alimentos que aumentam o risco de infecções alimentares, entenda as falhas mais comuns e como corrigi-las
Erros rotineiros ao manusear comida, que parecem inocentes, podem multiplicar microrganismos e elevar a chance de surtos de **infecções alimentares**, especialmente entre crianças, idosos e imunossuprimidos.
Algumas práticas simples, como não separar alimentos crus de prontos para consumo e manter a temperatura inadequada, são responsáveis por grande parte dos casos, e podem ser corrigidas sem custos altos.
Nas próximas seções, você vai ver os 11 erros mais frequentes, por que cada um aumenta o risco de **infecções alimentares**, e quais medidas práticas adotar na cozinha para evitar problemas, conforme estudo recente.
Higiene pessoal e manipulação incorreta
Não lavar as mãos corretamente antes de cozinhar ou após manipular lixo ou alimentos crus está entre os principais erros. Mãos sujas transferem bactérias e vírus para ingredientes e utensílios, aumentando a probabilidade de **infecções alimentares**. Usar roupas e luvas limpas e trocar panos e aventais com frequência reduz significativamente esse risco.
Outro equívoco é provar alimentos com a mesma colher usada no preparo, o que reintroduz microrganismos. Cozinheiros devem evitar tocar o rosto ou o cabelo durante o preparo, e sempre higienizar superfícies após contato com alimentos crus.
Armazenamento e controle de temperatura inadequados
Deixar alimentos perecíveis em temperatura ambiente por períodos prolongados facilita a multiplicação bacteriana. Refrigeradores mal regulados, prazos de validade ignorados e congelamento inadequado elevam o risco de **infecções alimentares**. Manter a temperatura do refrigerador abaixo de 5 graus Celsius e do freezer bem ajustado é essencial.
Descongelar alimentos fora da geladeira, como em bancada, também é um erro comum, porque a superfície externa aquece enquanto o interior ainda está congelado, favorecendo proliferação microbiana. O correto é descongelar na geladeira ou em água fria, por tempo controlado.
Cruzamento de contaminação entre alimentos e utensílios
Usar a mesma tábua ou faca para carne crua e vegetais prontos sem higienizar entre usos provoca cruzamento de microrganismos. Utensílios, esponjas e panos úmidos acumulam germes, e podem ser fontes contínuas de contaminação que causam **infecções alimentares**.
Separar utensílios por tipo, lavar com água quente e sabão após cada uso e trocar esponjas com frequência são medidas que reduzem a transferência de patógenos. Produtos de limpeza simples e escovas ajudam a manter superfícies seguras.
Boas práticas para reduzir o risco de infecções alimentares
Adotar práticas básicas evita a maior parte dos problemas: lavar as mãos regularmente, separar alimentos crus de prontos, controlar temperaturas, e higienizar utensílios e superfícies. Essas ações reduzem significativamente o risco de **infecções alimentares**, sem exigir equipamentos caros.
Além disso, cozinhar alimentos até a temperatura interna recomendada, descartar sobras que ficaram fora da geladeira por mais de duas horas, e educar quem cozinha em casa sobre esses cuidados, ajuda a prevenir surtos e proteger grupos vulneráveis.
Aplicar essas mudanças simples no dia a dia transforma a cozinha em um ambiente mais seguro, reduzindo a chance de doenças transmitidas por alimentos e promovendo saúde para toda a família.








