Defesa afirma que as imagens mostram o cão Orelha vivo em momento posterior ao episódio denunciado, o que levanta dúvidas sobre a cronologia dos fatos, a integridade das provas e a narrativa apresentada pela acusação
A defesa apresentou um vídeo que, segundo seus advogados, comprova que o cão Orelha estava vivo depois do episódio apontado pelo processo, trazendo questionamentos sobre horários e localização das imagens.
As imagens, de acordo com a defesa, exibem o animal em movimento, sem sinais imediatos de ferimentos, e teriam sido obtidas por vizinhos e por câmeras privadas, segundo relatos do advogado da parte.
O objetivo da exibição, conforme a defesa, é solicitar a verificação da autenticidade do material e a realização de perícia técnica que possa confirmar data, hora e possíveis edições do arquivo, conforme informação divulgada pela defesa.
O que a defesa diz sobre o vídeo
A equipe de defesa sustenta que o conteúdo do arquivo altera a linha temporal adotada pela acusação, e que, por isso, o material precisa ser anexado aos autos e submetido à perícia técnica. Os advogados pedem análise de metadados, comparação de imagens e laudo veterinário, para avaliar o estado de saúde do animal nas gravações.
Posição da acusação e diligências previstas
Até o momento, não houve manifestação formal da acusação sobre o vídeo divulgado pela defesa. Em casos semelhantes, promotores costumam solicitar exame de autenticidade e, se houver divergência, podem requerer novas diligências, como oitiva de testemunhas e confronto entre provas documentais e periciais.
Impactos possíveis no processo e próximos passos
Se a perícia confirmar que as imagens são autênticas e mostram o cão Orelha em outro momento do que o alegado inicialmente, a linha de defesa pode ganhar força para questionar elementos centrais da acusação. Caso contrário, se for detectada adulteração, a divulgação pode trazer implicações negativas para a defesa.
Os próximos passos incluem a juntada formal do vídeo aos autos, a solicitação de perícias técnicos em informática e veterinária, e a expectativa de que o juízo decida sobre a aceitação do material como prova, bem como sobre eventuais diligências complementares.








