Decisão judicial nomeia Suzane von Richthofen gestora da herança de R$ 5 milhões deixada por seu tio, definindo obrigações de administração, prestação de contas e limites para movimentação dos recursos
Suzane von Richthofen foi nomeada pela Justiça como gestora da herança de R$ 5 milhões deixada por seu tio, em medida que determina responsabilidades específicas sobre a administração do patrimônio. A decisão estabelece regras sobre movimentação de valores, pagamento de dívidas e apresentação de demonstrativos, com fiscalização judicial.
A nomeação coloca Suzane von Richthofen como responsável formal pela gestão do espólio, com obrigação de atuar em conformidade com as determinações do juízo, garantir a preservação dos bens e prestar contas periodicamente. A medida tem caráter cautelar, até que pendências legais sejam resolvidas.
O caso já suscita dúvidas sobre prazos, poderes para investimento e limites de autorização para despesas extraordinárias, e também sobre possíveis impugnações por outros herdeiros ou interessados, conforme decisão judicial.
O que determina a decisão
A decisão judicial determina que a gestora adote providências para a conservação do patrimônio, mantenha registro detalhado de receitas e despesas, e submeta relatórios ao juízo em prazos fixados. Além disso, qualquer ato de disposição de bens ou transferências superiores ao valor estipulado exige autorização prévia do tribunal.
Como ficará a gestão do patrimônio
Na prática, Suzane von Richthofen terá poderes para administrar contas, pagar custos de manutenção e saldar dívidas emergenciais, sempre com prestação de contas. Movimentações financeiras relevantes e decisões sobre investimentos deverão ser informadas ao juiz, para evitar prejuízo aos demais herdeiros.
Contexto e possíveis contestação
A nomeação como gestora pode motivar contestações por parte de outros interessados, que têm direito a pedir revisão da medida ou solicitar auditoria das contas. A decisão pode ser revista em recurso, se houver argumentos sobre conflito de interesses ou irregularidade na administração.
Próximos passos e desdobramentos
Nos próximos meses, o juízo deverá receber relatórios e analisar pedidos de autorização para operações financeiras de maior vulto. Caso sejam identificadas irregularidades, o tribunal pode restringir poderes, nomear administrador judicial substituto, ou determinar ressarcimentos, conforme apuração.







