Ex-jogador e a esposa dizem que vão bancar curso particular para a filha aprovada na UFRJ e na UERJ, alegando preservação de valores, logística e estrutura das federais
A filha de Túlio Maravilha, Tulianne, conquistou vagas em dois cursos concorridos, Nutrição na UFRJ e Odontologia na UERJ, mas não poderá frequentar universidades públicas por decisão dos pais.
Os dois gravaram um vídeo divulgado nas redes sociais em que explicam que preferem arcar com uma instituição particular para, segundo eles, preservar os valores familiares e garantir melhor logística e segurança no deslocamento urbano.
As declarações da família foram divulgadas em vídeo nas redes sociais, conforme informação divulgada em vídeo nas redes sociais pela família.
Decisão dos pais e justificativas
A mulher de Túlio, Cristiane, foi categórica ao explicar a regra da casa sobre estudo em federais, ela afirmou, “A gente não permite que a Tulianne e nossos filhos vão para uma federal. É para manter os nossos valores familiares. A faculdade, a universidade particular, ela se alinha mais aos nossos pensamentos e aos nossos princípios”.
Além do argumento sobre princípios, Túlio citou questões práticas, ele declarou, “Dependendo do trânsito, fica quase uma hora, uma hora e meia, duas horas [para chegar]. Tem que passar ali na Linha Amarela, Vermelha, é uma zona de perigo. E a federal, infelizmente, está bem precária. Tem greve várias vezes”.
O posicionamento de Tulianne
Tulianne disse compreender e apoiar a escolha dos pais, e declarou que abrirá mão da vaga pública em benefício de quem não tem condições de pagar uma instituição particular, ela afirmou, “Vou deixar [a vaga] para quem realmente precisa, quem não tem condições de pagar uma faculdade particular. Eu estou encantada com a minha faculdade, meus pais já foram ver. A faculdade privada é realmente um sonho”.
Repercussão e debate público
A decisão da família gerou comentários diversos nas redes sociais, com opiniões divididas entre a defesa das escolhas familiares e críticas sobre prioridades no acesso ao ensino superior público no Brasil. A situação reacende discussões sobre igualdade de acesso, financiamento da educação e percepção sobre qualidade das universidades federais.
Do ponto de vista prático, os pais afirmam que a alternativa particular resolve questões de deslocamento e segurança, e para Tulianne a matrícula em particular representa um sonho já visitado pelos pais. O caso segue repercutindo nas redes e provocando debate sobre educação pública e escolhas familiares.








