Viseu, 02 de fevereiro de 2026

Anistia Internacional alerta sobre os perigos da volta de Trump ao poder e seus impactos nos direitos humanos

O movimento global por direitos humanos, Anistia Internacional, fez um importante alerta sobre os impactos do primeiro ano do governo de Donald Trump, após sua recondução à presidência dos Estados Unidos. Um novo relatório intitulado “Soando os Alarmes: Práticas Autoritárias[…]

© REUTERS/Leah Millis/Proibida reprodução
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O movimento global por direitos humanos, Anistia Internacional, fez um importante alerta sobre os impactos do primeiro ano do governo de Donald Trump, após sua recondução à presidência dos Estados Unidos. Um novo relatório intitulado “Soando os Alarmes: Práticas Autoritárias Crescentes e Erosão dos Direitos Humanos nos Estados Unidos” destaca uma trajetória preocupante em relação aos direitos fundamentais.

O documento apresenta doze áreas críticas afetadas por decisões e iniciativas do governo Trump. Entre essas áreas estão a liberdade de imprensa, o acesso à informação, a liberdade de expressão, e o direito a reunião pacífica. Essas violações têm consequências graves para a sociedade civil e para o funcionamento das universidades e do sistema jurídico.

Conforme informação divulgada pelo g1, o relatório observa um padrão preocupante que tem sido visto em outros países onde o Estado de Direito está em deterioração. Os autores alertam que esse processo inicia com a consolidação de poder, seguido pelo controle da informação, repressão à crítica e punição à dissidência.

Práticas autoritárias e o impacto nos direitos humanos

O relatório documenta várias práticas autoritárias que se intensificaram no último ano, como a retirada de direitos de refugiados e migrantes, e a militarização das cidades após protestos contra ações repressivas. Essas ações geram um ambiente de medo e insegurança, especialmente entre as comunidades mais vulneráveis.

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Paul O’Brien, diretor executivo da Anistia Internacional EUA, ressalta que, “Práticas autoritárias só se enraízam quando são normalizadas. Não podemos deixar que isso aconteça nos Estados Unidos.” Essa afirmação destaca a necessidade de vigilância contínua e ação coletiva para proteger os direitos humanos.

Recomendações para a proteção dos direitos humanos

O relatório também inclui uma série de recomendações dirigidas aos Poderes Executivo e Judiciário, ao Congresso dos Estados Unidos, e a empresas, com o intuito de restaurar as salvaguardas do Estado de Direito e fortalecer a responsabilização. Essas sugestões visam combater a normalização das violações dos direitos humanos e proteger os espaços públicos.

As iniciativas propostas são essenciais para enfrentar este momento desafiador na história dos Estados Unidos. O’Brien enfatiza que temos a responsabilidade de agir e proteger os direitos humanos em meio a essa escalada de práticas autoritárias.

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