Árbitro atingido por pedra no Re-Pa, súmula relata ferimento na testa e arremessos no Mangueirão

No clássico Re-Pa no Mangueirão, a súmula descreve que um árbitro foi atingido por pedra na cabeça durante o intervalo, o que causou ferimento na testa, e que outros objetos, como copos e sandálias, foram arremessados contra a equipe de[…]

Árbitro atingido por pedra no Re-Pa, súmula relata ferimento na testa e arremessos no Mangueirão
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No clássico Re-Pa no Mangueirão, a súmula descreve que um árbitro foi atingido por pedra na cabeça durante o intervalo, o que causou ferimento na testa, e que outros objetos, como copos e sandálias, foram arremessados contra a equipe de arbitragem

O clássico entre Paysandu e Remo terminou em 1 a 1, mas o foco das atenções ficou fora das quatro linhas por conta de episódios no intervalo e na saída da arbitragem do gramado.

Segundo a súmula assinada pelo árbitro Rodrigo José Pereira de Lima, houve relatos de arremessos contra a equipe de arbitragem, incluindo uma pedra que atingiu um integrante da equipe.

O documento informa ainda que o árbitro lesionado recebeu atendimento e seguiu na partida, conforme informação divulgada na súmula do árbitro Rodrigo José Pereira de Lima.

O que diz a súmula

A súmula registra, na transcrição do relato do árbitro, a seguinte passagem literal, “Quero destacar que um dos objetos (pedra) atingiu o quinto árbitro na cabeça causando um ferimento na testa, informo ainda que o mesmo recebeu atendimento médico no vestiário da equipe de arbitragem e seguiu normalmente na partida”, relatou em súmula.

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O documento identifica o quinto árbitro como Luís Diego Nascimento Lopes, da FPF/CBF, que teria sido atingido durante o intervalo, com ferimento na testa, e atendido no vestiário da equipe de arbitragem.

Outros arremessos e reação dentro do estádio

Além da pedra que atingiu o árbitro, a súmula registra que foram arremessados copos e sandálias em direção ao time de arbitragem na saída do gramado, o que aumentou o clima de tensão no estádio.

Em resposta ao episódio, o executivo de futebol do Paysandu, Marcelo Sant’Ana, foi até a torcida e pediu que não fossem atirados objetos contra a arbitragem, buscando acalmar a situação dentro do estádio.

Possíveis desdobramentos

Com o registro na súmula, caberá às instâncias competentes da FPF e da CBF, e eventualmente aos órgãos de segurança, avaliar as providências disciplinares e investigativas sobre o ocorrido.

O caso permanece registrado oficialmente, e a referência ao árbitro atingido por pedra no Re-Pa deve constar em eventuais processos internos e punições, conforme apuração das autoridades responsáveis.

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