Acusações de assédio sexual contra Marco Buzzi, ministro do STJ, partiram de relato de uma jovem de 18 anos, e o caso está sob apuração por instâncias internas, com possibilidade de investigação formal
Uma jovem de 18 anos registrou acusações de assédio sexual envolvendo o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Marco Buzzi, segundo informações recebidas pela reportagem. A jovem diz que houve abordagem inadequada em circunstâncias que agora são objeto de análise.
O relato levou à mobilização de procedimentos administrativos e à avaliação de medidas cautelares, enquanto autoridades responsáveis analisam os fatos relatados. A denúncia gerou repercussão pública e pedidos por transparência na apuração.
As informações sobre o episódio foram encaminhadas à nossa equipe pela fonte da pauta, que indicou a existência de documentos e comunicação oficial envolvendo a parte denunciante e instâncias responsáveis pela investigação, conforme informações fornecidas pela fonte da pauta.
O que a acusação relata
De acordo com o relato apresentado, a jovem descreve atitudes que configurariam assédio sexual, com contatos e propostas que a deixaram em situação de desconforto. A narrativa inclui detalhes sobre o local e o momento da abordagem, e menciona testemunhas que podem corroborar partes do episódio.
Posicionamento do ministro e do STJ
A defesa do ministro, segundo comunicado citado à reportagem, nega as acusações e afirma que todas as condutas de Marco Buzzi sempre seguiram normas éticas e legais. O Superior Tribunal de Justiça informou que acompanha o caso e adotará os procedimentos internos previstos quando houver registros formais.
Possíveis desdobramentos legais
Com a denúncia em análise, há a perspectiva de abertura de procedimentos administrativos no âmbito do tribunal, e, dependendo das evidências, encaminhamento para investigação criminal. A apuração pode incluir colheita de depoimentos, perícias e reconstituições, com base nas provas apresentadas pela jovem.
Repercussão e impacto
O caso vem provocando debate sobre proteção a vítimas, mecanismos de apuração e transparência em casos envolvendo autoridades. Organizações e especialistas em direitos da mulher acompanham o desenrolar da investigação, cobrando celeridade e garantias de que a denúncia será tratada com independência e rigor.







