Blocos Afros do Carnaval de São Luís: 14 cortejos pelo Centro Histórico que celebram ancestralidade e resistência

No Carnaval de São Luís, os Blocos Afros ocupam as ruas do Centro Histórico em cortejos que atravessam o casario centenário, resgatando tradições, religiosidade, música, vestuário e ações sociais, com saída marcada para a tarde Os Blocos Afros do Maranhão[…]

Blocos Afros do Carnaval de São Luís: 14 cortejos pelo Centro Histórico que celebram ancestralidade e resistência
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No Carnaval de São Luís, os Blocos Afros ocupam as ruas do Centro Histórico em cortejos que atravessam o casario centenário, resgatando tradições, religiosidade, música, vestuário e ações sociais, com saída marcada para a tarde

Os Blocos Afros do Maranhão são manifestações que evocam ancestralidade e resistência, com ritmos de tambor e estética inspirada em guerreiros de tribos africanas. No Carnaval ludovicense, eles são destaque da programação e atraem comunidades e visitantes.

Hoje, a festa ganha as ruas do Centro Histórico, com concentração e saída previstas para a tarde, em um percurso que passa por praças e ruas repletas de história. Os blocos combinam festa e memória, mantendo vivas práticas culturais de matriz africana.

Entre as informações divulgadas nas fontes fornecidas estão que, a partir das quatro da tarde, 14 blocos afro seguem em cortejo da Praça Deodoro em direção à Praça Nauro Machado, reunindo ritmos, trajes e ritualidade, conforme informação divulgada nas fontes fornecidas.

Desfile no Centro Histórico

O percurso concentra-se no Centro Histórico de São Luís, com saída na Praça Deodoro e chegada na Praça Nauro Machado. A passagem pelas ruas do casario centenário cria um contraste entre a preservação arquitetônica e a vitalidade das celebrações, tornando o desfile um atrativo cultural e turístico.

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Tradição, resistência e atuação social

No Maranhão, os Blocos Afros atuam como guardiões das tradições de matriz africana, seja na religiosidade, na música, no vestuário ou na culinária. Além das apresentações, muitos realizam ações sociais e formativas junto às comunidades onde atuam, fortalecendo laços e promovendo educação cultural.

Principais blocos, histórias e homenagens

Participam do desfile nomes como Abibimã, Africanidade, Akomabu, Aruanda, GDAM, Officina Affro e Filhos do Rei Xangô, entre outros. Entre os mais antigos, estão os blocos Akomabu e Abibimã, fundados em 1984 e 1990, respectivamente, dados informados nas fontes recebidas.

O GDAM, além do Grupo de Dança Afro Malungos, é responsável pelo tradicional Bloco do Reggae, que completa 20 anos e homenageia referências do ritmo, os cantores Jimmy Cliff e Bob Marley, conforme os registros das fontes fornecidas.

Os desfiles dos Blocos Afros reafirmam o papel das manifestações negras na construção da identidade cultural de São Luís, e atraem tanto moradores quanto visitantes que buscam vivenciar ritos, ritmos e sabores ligados à herança africana.

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