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ChatGPT: herói ou vilão da nova geração de profissionais?

À medida que a tecnologia avança, especialmente a inteligência artificial (IA), é inevitável que as gerações se adaptem às mudanças por ela proporcionadas.

Nesse cenário, especificamente a Geração Z, os verdadeiros digitais nativos, encontra-se diante de um curioso desafio: como equilibrar os benefícios oferecidos pela IA frente aos desafios éticos e morais que acompanham seu uso no ambiente de trabalho?

Mercado de trabalho, geração Z e o uso de IA

O impacto da inteligência artificial no trabalho: a perspectiva da Geração Z – Imagem: Reprodução

Um recente estudo conduzido pela EduBirdie lança luz sobre como os jovens profissionais estão navegando por esta nova era.

Surpreendentemente, 36% dos profissionais da Geração Z relataram sentir-se culpados por recorrer à IA para tarefas de trabalho.

Essa culpa pode estar ligada à percepção de que se tornar excessivamente dependente dessa tecnologia pode comprometer as próprias habilidades de pensamento crítico, uma preocupação compartilhada por um terço dos entrevistados.

Essa preocupação é ampliada pela falta de diretrizes claras ou formação sobre como integrar a IA em suas rotinas profissionais de maneira ética e eficaz.

Benefícios da IA superam os desafios?

Apesar dessas preocupações, não se pode negar os benefícios tangíveis que a IA traz para o local de trabalho.

Metade dos participantes do estudo concorda que a tecnologia estimulou sua criatividade, e uma parcela significativa observou melhorias salariais.

Aqui, é importante lembrar que a IA tem sido uma ferramenta valiosa para pesquisa, geração de ideias, redação de conteúdo, otimização de currículos, entre diversas outras funcionalidades.

Esse acelerado avanço nos mostra que, quando usadas de maneira responsável, as ferramentas de IA, como o ChatGPT e tecnologias similares, podem ser aliados e não substitutos do trabalho humano.

O futuro da IA em ambientes profissionais

A longo prazo, a preocupação da Geração Z com a substituição por máquinas é palpável, com 61% dos entrevistados acreditando que suas funções podem ser assumidas pela IA nos próximos dez anos.

Contudo, é vital reconhecer que a IA, por mais avançada que seja, ainda carece da capacidade de julgamento, empatia e criatividade inerentes ao ser humano.

Com base nisso, a chave para o futuro pode estar na colaboração entre humanos e máquinas, aproveitando o melhor de ambos os mundos.

Com Informações R7

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