O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que a Copa do Mundo de 2026 será uma chance única de unir as pessoas em um mundo cada vez mais dividido. Durante uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Infantino enfatizou a importância de eventos esportivos como o Mundial, afirmando que eles têm o poder de conectar indivíduos e nações. Esta declaração surge em meio a preocupações sobre um possível boicote ao torneio por algumas seleções europeias.
Futebol como ferramenta de união em tempos desafiadores
Infantino destacou que mais de 500 milhões de pedidos de ingressos foram recebidos para a Copa do Mundo, que contará com 6 milhões de ingressos disponíveis. Isso demonstra o desejo das pessoas de celebrar o futebol juntas, afirmando que “nós precisamos de ocasiões para unir as pessoas, especialmente no nosso mundo hoje”. A Copa do Mundo, para ele, vai além do esporte, sendo um evento que celebra a união global.
Reação internacional às ameaças de Trump
As declarações de Infantino também surgem em um contexto político complicado, com o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçando tarifas à Europa caso não apoie sua intenção de tomar a Groenlândia. Apesar da pressão, a ministra dos Esportes da França, Marina Ferrari, afirmou que o país não tem planos de boicotar a competição, enfatizando a separação entre esporte e política. Para ela, a Copa do Mundo é um evento de grande importância para os amantes do esporte.
Expectativas para a Copa do Mundo Feminina de 2027
Além da Copa do Mundo de 2026, Infantino também comentou sobre a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. O evento tem como objetivo não apenas promover o futebol feminino, mas também abordar questões sociais como a violência e o feminicídio. “Vamos trabalhar na educação deste tema”, afirmou Infantino, revelando a intenção de utilizar o torneio como uma plataforma para mudança social.
Brasil se prepara para novos desafios no futebol
Samir Xaud, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), revelou que o Brasil deve se candidatar para sediar o Mundial de Clubes da Fifa em 2029. Xaud acredita que o país tem potencial para receber o evento, mas reconhece que isso demandará discussões e ajustes. A Copa do Mundo de 2026, que começará em 11 de junho na Cidade do México, representa um passo importante para o futebol na América do Norte e reforça a necessidade de união através do esporte.





