Últimas Notícias
Jovem é decapitada durante acidente de trânsito em Paragominas, sudeste paraense
Homem é preso suspeito de transportar entorpecentes dentro de rede, em Juruti
Tornado nos EUA mata cinco e devasta estado de Iowa
Petrobras: Comitê de Pessoas diz que Magda Chambriard preenche requisitos para comandar empresa
Em Belém, Alckmin anuncia que ‘Brasil será oitava economia do mundo até o fim de 2024’; assista
Entenda a diferença entre 1º e 2º turnos e o que leva uma eleição para 2º turno
Demapa investiga morte de 7 gatos por suposto envenenamento em Belém
Devotos lotam Paróquia em celebração de Santa Rita de Cássia no bairro de Canudos, em Belém; assista
Egito ameaça deixar de ser mediador de acordo para cessar-fogo em Gaza
Marido de cantora gospel brasileira é preso nos EUA por abuso sexual contra criança 
Com mudanças na defesa, Paysandu está escalado para a final da Copa Verde contra o Vila Nova-GO
Alepa aprova Projeto que altera o Programa Estadual de Transporte Escolar no Pará
Mortos pela chuva no RS chegam a 162, diz Defesa Civil
Paysandu faz 3 a 0 no Vila e encaminha tetra da Copa Verde; acompanhe
Ensaio da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos é adiada por causa da elevação do rio Sena
Next
Prev

Donald Trump anuncia processos contra Google, Facebook e Twitter

GUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) – Em um novo capítulo do embate entre Donald Trump e das grandes empresas de tecnologia dos EUA, o ex-presidente afirmou nesta quarta-feira (7) que entrou com processos judiciais contra o Twitter, o Facebook e o Google.

O republicano disse ter processado também os principais executivos das três big techs -Jack Dorsey, Mark Zuckerberg e Sundar Pichai, respectivamente-, sob o argumento de que estariam silenciando pontos de vista conservadores.

O anúncio vem meses após Trump sofrer retaliações pelos discursos de ódio que propagava nas redes sociais. O Twitter baniu o ex-presidente permanentemente, em janeiro, após ele incitar a invasão do Congresso americano durante a sessão conjunta entre deputados e senadores para a certificação da vitória de Joe Biden, seu sucessor na Presidência dos EUA. Em decisão semelhante, o Facebook proibiu a volta de Trump para a plataforma até 2023.

Trump tinha nas redes sociais um de seus principais mecanismos para oxigenar a opinião pública em defesa de suas bandeiras e, quando estava na Presidência, adotou as plataformas como uma espécie de canal de comunicação oficial com os americanos –movimento posteriormente adotado pelo brasileiro Jair Bolsonaro (sem partido) e por diversos outros líderes.

Sua saída de cena das redes, a contragosto, pesa especialmente agora que, fora da Casa Branca, o republicano retomou uma agenda de comícios públicos para tentar viabilizar uma nova campanha presidencial para 2024.

Ao anunciar a iniciativa legal contra as big techs durante um discurso no seu campo de golfe no estado de Nova Jersey, Trump disse que entrou com os processos em um tribunal da Flórida. Ele afirmou iniciar uma ação coletiva contra as empresas, mas não detalhou quem mais participaria da empreitada.

Na última semana, a organização que leva o nome de Trump e gere a maior parte dos negócios de sua família e um de seus principais executivos financeiros, Allen Weisselberg, foram indiciados por crimes fiscais pela promotoria de Manhattan. As acusações dizem respeito à evasão de impostos sobre vantagens adicionais concedidas a funcionários do grupo que não constavam nas declarações fiscais.

Trump é ainda investigado em outros processos. A lista inclui tentativas de influenciar os resultados das eleições presidenciais no estado da Geórgia em 2020; inflar os valores de suas propriedades para obter empréstimos mais vantajosos; difamação de E. Jean Carroll, uma ex-redatora da revista Elle; e incitação aos atos violentos no Capitólio.

Fonte: Notícias ao Minuto

DEIXE SEU COMENTÁRIO

LEIA TAMBÉM