Emergência Radioativa apresenta uma dramatização do maior acidente radiológico já registrado fora de uma usina nuclear, a partir do momento em que um aparelho de radioterapia é aberto num ferro-velho, liberando material radioativo na cidade.
A narrativa acompanha a corrida para identificar as áreas atingidas, conter a propagação da radiação e prestar atendimento às vítimas, com atenção especial a uma família diretamente impactada pelo ocorrido.
O projeto destaca o trabalho de profissionais da saúde e da ciência envolvidos no enfrentamento do episódio, em uma mistura de ficção e fatos reais que pretende resgatar memórias e debates sobre segurança e responsabilidade.
conforme informação divulgada pelo g1
Trama e abordagem
“A minissérie brasileira Emergência Radioativa, inspirada no acidente com o Césio-137 ocorrido em Goiânia em 1987, estreia no catálogo da Netflix no dia 18 de março”, essa é a informação que apresenta o ponto de partida da produção. A trama parte do episódio em que um equipamento de radioterapia é aberto em um ferro-velho, provocando a liberação do material radioativo e a contaminação de diferentes pontos da cidade.
A série mostra, com foco dramático, a sequência de ações voltadas para a identificação das áreas atingidas, a contenção da radiação e o atendimento às vítimas, incluindo ações de descontaminação, triagem e acompanhamento médico, e procura trazer à tona o impacto humano e social do evento.
Elenco e equipe
O protagonista é Johnny Massaro, que interpreta um dos personagens centrais da trama. No elenco também estão Paulo Gorgulho, Bukassa Kabengele, Alan Rocha, Antonio Saboia, Luiz Bertazzo e Tuca Andrada, com participações especiais de Leandra Leal e Emílio de Mello.
A série foi criada por Gustavo Lipsztein, dirigida por Fernando Coimbra e produzida pela Gullane, segundo a divulgação. A proposta é construir uma obra de ficção baseada em fatos reais, que valorize o trabalho técnico e humano de quem atuou no episódio.
Por que a história ainda importa
O acidente com o Césio-137 em Goiânia deixou marcas profundas, e a minissérie chega para recuperar memórias e provocar reflexão sobre protocolos de segurança, comunicação em crises e a proteção de populações expostas.
Ao revisitar o episódio, a produção busca também lembrar a importância de políticas públicas de saúde, vigilância e um sistema de resposta a emergências capaz de minimizar danos, aprender com erros e prestar contas às famílias afetadas.
Com estreia marcada para 18 de março no catálogo da Netflix, a minissérie promete reacender o debate sobre o legado do Césio-137 e o papel de profissionais e instituições na gestão de desastres radiológicos.








