A Terra sentirá nos próximos dias os efeitos de sucessivas explosões solares de alta intensidade originadas em uma grande região ativa do Sol. A atividade aumenta o risco de interferências técnicas, e a previsão aponta flutuações na instabilidade magnética que devem ser monitoradas.
A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, NOAA, emitiu alertas sobre instabilidades magnéticas em nível G1 para os próximos dias, com previsão de redução temporária no sábado e retomada da atividade no domingo. Especialistas recomendam atenção a serviços que dependem de sinal via satélite e rádio.
Entre o início de fevereiro e a última quarta-feira, o Sol registrou seis explosões da classe X, consideradas as mais severas, e a região ativa responsável foi identificada como mancha solar AR4366, com dimensões estimadas em dez vezes o tamanho do diâmetro terrestre, conforme informação divulgada pela NOAA.
O que está acontecendo no Sol
A mancha solar AR4366 tem apresentado surtos sucessivos de energia, gerando ejeções de massa coronal e explosões de radiação. Essas erupções lançam partículas e campos magnéticos em direção à Terra, provocando a oscilação da atividade eletromagnética prevista até domingo, com uma breve redução no sábado antes de retomar força no domingo.
Riscos para tecnologia e infraestrutura
Embora as tempestades previstas sejam de baixa magnitude, equipamentos que dependem de sinais espaciais podem sofrer falhas momentâneas. Sistemas de navegação por GPS e operações de satélites podem apresentar interrupções técnicas, e, segundo a fonte, Especialistas da Nasa reforçam que tais eventos têm potencial para interferir em redes elétricas e comunicações de rádio em diferentes partes do globo.
Segurança de astronautas e aparição de auroras
A segurança de astronautas em órbita também entra em protocolo de atenção, A segurança de astronautas em órbita também entra em protocolo de atenção devido à maior exposição à radiação durante esses períodos de atividade intensa, e agências espaciais podem ajustar operações extraveiculares. Paralelamente, a interação das partículas solares com a atmosfera deve gerar auroras boreais visíveis em regiões de alta latitude.
O que acompanhar e como se preparar
Operadores de satélites, empresas de aviação e gestores de redes elétricas devem manter vigilância e planos de contingência, e usuários comuns podem perceber instabilidade em aparelhos que dependem de rádio e GPS. A vigilância contínua é necessária para garantir a estabilidade dos serviços essenciais que dependem de sinal via satélite e frequências de rádio, conforme indicado pelas agências de monitoramento.







