Centro Cultural dos Correios promove a mostra dedicada a Michelangelo, com mais de mil metros quadrados, 15 salas, réplicas em tamanho real e experiências sonoras e interativas
A cidade do Rio de Janeiro passa a abrigar uma das mais completas homenagens ao artista renascentista, com peças que recriam a obra e o processo criativo de Michelangelo, incluindo esculturas, desenhos e manuscritos.
A visita permite circulação por 15 salas temáticas, com destaque para a reprodução do teto da Capela Sistina e para a famosa Pietà, em versão fiel ao original, oferecendo um percurso pensado para emocionar e contextualizar a obra do mestre.
A apresentação combina cenografia, trilha sonora e painéis, com conteúdo pensado para aproximar o público da técnica e da história por trás das peças expostas, conforme informação divulgada pelo Centro Cultural dos Correios
O que o público encontra na mostra
A exposição ocupa mais de mil metros quadrados e foi organizada em 15 salas, onde são exibidas réplicas em tamanho real de pinturas, esculturas, desenhos e manuscritos. Entre os destaques, está a reprodução do teto da Capela Sistina, com cenas como A Criação de Adão, e a versão da Pietà, que retrata a Virgem Maria com Jesus nos braços.
Segundo o produtor João Victor Trascastro, “O público em geral vai poder conhecer em detalhes o trabalho que Michelangelo fez na Capela Sistina. Então, todos aqueles afrescos, toda aquela narrativa completa, agora detalhada parte a parte, capítulo a capítulo, de toda essa representação bíblica e dessa riqueza artística de Michelangelo em detalhes”, disse João Victor Trascastro.
A imersão, a cenografia e o processo criativo
O projeto foi pensado para combinar imersão e interatividade desde a primeira sala, com trilha sonora e uma composição cenográfica que remete ao atelier do artista. Conforme explica o produtor, “A imersão e a interatividade de “Michelangelo: O mestre da Capela Sistina”, ela já inicia na primeira sala, quando a gente tem já a trilha sonora da exposição, trazendo aquela calma, aquele momento de contemplação do simples, de um atelier, de um artista. Porque nós temos na composição cenográfica uma representação do que poderia ter sido o atelier de Michelangelo. E isso avança conforme a gente vai engrandecendo a cada sala, a cada ambiente”, disse João Victor Trascastro.
Além de pintor e escultor, Michelangelo estudou anatomia e dissecou cadáveres para entender o corpo humano, um esforço que se reflete na precisão de suas figuras. O produtor ressalta esse rigor, com a citação: “Ele segue sendo uma das principais referências em não só o talento nato, mas também é no ponto de estudar, de se aprimorar, de ser perfeccionista até num ponto que às vezes sai um pouco da fora da curva. Porque é algo muito perfeito, mas o tempo que ele se dedicou estudando para trazer a perfeição da criação do corpo humano”, disse João Victor Trascastro.
Por que visitar e informações práticas
A proposta da mostra é provocar emoção e oferecer entendimento técnico e histórico da obra de Michelangelo, aproximando visitantes de diferentes idades e níveis de conhecimento sobre arte. O produtor destaca como a visão coletiva diante das obras cria uma experiência que atravessa o tempo e os sentimentos.
A exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” fica em cartaz no Centro Cultural dos Correios até 22 de fevereiro, com ingressos a R$ 50, conforme informação divulgada pelo Centro Cultural dos Correios. A mostra reúne imagens, textos e itens que ajudam a contar a trajetória multifacetada do artista, incluindo o fato de que ele escreveu mais de 300 poemas ao longo da vida.







