Filhos de Glande anunciam carnaval de rua em Belém, ocupação na Cidade Velha em 17 de fevereiro

Mesmo após a suspensão do Circuito Mangueirosa em 2026, o bloco Filhos de Glande convoca um carnaval de rua em Belém para 17 de fevereiro, com concentração, cortejo e o Baile da Glande na Praça do Carmo, Cidade Velha O[…]

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Mesmo após a suspensão do Circuito Mangueirosa em 2026, o bloco Filhos de Glande convoca um carnaval de rua em Belém para 17 de fevereiro, com concentração, cortejo e o Baile da Glande na Praça do Carmo, Cidade Velha

O bloco, integrante do circuito que tradicionalmente agita o carnaval em Belém, reforçou a importância de ocupar os espaços públicos e manter a festa popular e gratuita.

A mobilização foi anunciada nas redes sociais do grupo e promete formato com concentração, cortejo e o tradicional Baile da Glande, mantendo a identidade popular do bloco.

O convite é um gesto de resistência ao que o grupo define como direito de ocupar a cidade, conforme publicação do bloco Filhos de Glande.

Motivo da suspensão do Circuito Mangueirosa

O próprio Circuito Mangueirosa, que nos anos anteriores promoveu programação extensa durante o carnaval de Belém, informou em 14 de janeiro que não realizaria a edição de 2026. Em comunicado, os organizadores justificaram que “a suspensão se deve à falta de patrocínios e recursos necessários para garantir estrutura, segurança e remuneração de equipes e artistas, ressaltando que o projeto exige alto investimento para acontecer com qualidade.”

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Programação anunciada pelos Filhos de Glande

Os Filhos de Glande confirmaram concentração e cortejo, seguidos pelo Baile da Glande, mantendo o formato popular e gratuito que caracteriza o grupo. O ato está marcado para a Praça do Carmo, na Cidade Velha, no dia 17 de fevereiro.

Além disso, o bloco afirmou que realiza a ação com apoio do Circuito Mangueirosa, e apresentou como homenageada “Dona Sebastiana, descrita pelo bloco como símbolo de resistência cotidiana e da luta pelo direito de ocupar a cidade.”

Significado e reação cultural

Para os organizadores, levar o carnaval de rua em Belém às ruas é um gesto político, coletivo e afetivo, que coloca a rua como espaço de encontro, pertencimento e manifestação cultural. A iniciativa reforça a tradição de ocupação popular do carnaval na capital paraense.

Com a suspensão do circuito oficial, blocos como os Filhos de Glande assumem papel central na manutenção da festa nas ruas, em um cenário em que a falta de patrocínios afeta a realização de eventos com estrutura e segurança adequadas.

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