A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, cumpriu mandado de prisão preventiva contra o investigado Deivisom Carlos da Silva Chaves, suspeito de importunação sexual em Castanhal.
A investigação teve início após denúncias recebidas em 2025, relacionadas a supostos abusos cometidos contra adolescentes durante atividades ligadas a um grupo religioso do município, e as informações foram encaminhadas ao Conselho Tutelar, que adotou as providências cabíveis.
O inquérito contou com oitivas e procedimentos especializados que apontaram elementos suficientes para a representação pela prisão preventiva, medida esta deferida pelo Poder Judiciário e executada nesta fase das apurações, conforme informação divulgada pela Polícia Civil
Como a apuração foi conduzida
A apuração foi conduzida pela DEAM de Castanhal em conjunto com a Superintendência Regional do Salgado, com coleta de depoimentos e medidas de proteção às possíveis vítimas. Durante o curso do trabalho investigativo foram adotadas técnicas para garantir o relato das vítimas com suporte adequado.
Durante o curso do inquérito, foram ouvidas seis testemunhas e identificadas duas vítimas, ambas adolescentes à época dos fatos.
Provas e elementos que motivaram a prisão preventiva
As oitivas colhidas em Escuta Especializada e demais depoimentos reforçaram os indícios da prática criminosa e embasaram a representação pela prisão preventiva. A autoridade policial entendeu ser necessária a medida cautelar para resguardar a investigação e prevenir riscos às vítimas e testemunhas.
Atuação do Conselho Tutelar e situação das vítimas
O Conselho Tutelar foi comunicado das denúncias e adotou providências previstas para a proteção de adolescentes. As autoridades municipais e policiais seguiram protocolos voltados ao atendimento humanizado e à preservação da integridade das vítimas.
Prisão e encaminhamentos judiciais
O mandado de prisão preventiva foi cumprido pela Polícia Civil na tarde do cumprimento da ordem, e o investigado foi submetido aos procedimentos legais. Após os procedimentos legais, o preso permanece à disposição da Justiça.





