A mãe de uma adolescente de 13 anos fez denúncia contra uma escola particular localizada na avenida João Paulo II, em Belém, ao afirmar que a filha teria sido vítima de um suposto abuso sexual dentro de um ônibus escolar e em espaços do prédio da instituição.
A família procurou a direção da escola buscando medidas de proteção imediatas, como o afastamento do aluno apontado e apoio psicológico para a vítima, segundo relato apresentado pelos familiares.
Em depoimento à família, foi informado que a escola tomaria providências, mas, conforme a mãe, as ações prometidas não foram efetivadas e o aluno continuou frequentando a instituição, gerando temor e abalo emocional na adolescente, conforme informação divulgada pelo Portal Estado do Pará Online.
Denúncia e relatos sobre os episódios
De acordo com a família, o suposto episódio ocorreu inicialmente dentro do ônibus escolar e teria tido desdobramentos nas dependências da escola, segundo o relato apresentado pela mãe. Em um dos episódios, a mãe afirma ter presenciado provocações do aluno ao encontro da adolescente, e que, dias depois, a menina teve uma crise de síndrome do pânico ao reencontrá-lo.
Resposta da escola e promessas não cumpridas
Segundo a denúncia, a direção informou que afastaria o aluno apontado e que custearia acompanhamento psicológico para a vítima, medidas que, segundo a mãe, não foram colocadas em prática. A família relata surpresa ao ver o aluno seguir nas atividades regulares da unidade.
Em seguida ao episódio, a instituição teria decidido pelo desligamento da adolescente, atitude que gerou revolta e questionamentos por parte da família sobre a conduta da escola diante de uma acusação considerada grave e envolvendo menores de idade.
O Portal Estado do Pará Online solicitou um posicionamento da escola e da Polícia Civil sobre o caso, mas ainda não obtivemos resposta.
Consequências e encaminhamentos
A família afirma que busca agora providências junto aos órgãos competentes para que o caso seja apurado e as responsabilidades esclarecidas. O episódio levanta questionamentos sobre políticas de proteção, atendimento psicológico e protocolos de segurança em instituições de ensino.
O caso segue sob apuração, e a família aguarda posicionamentos oficiais, avaliações técnicas e medidas que garantam a segurança e o suporte necessário à adolescente envolvida.





