Mamografia e câncer de mama, INCA: 6 mitos e verdades essenciais para o rastreamento precoce

Entenda por que a mamografia é o principal exame de rastreamento do câncer de mama, quando iniciar o acompanhamento, quais mitos atrapalham a adesão ao exame e o que as especialistas recomendam para diagnóstico precoce A mamografia é o exame[…]

Mamografia e câncer de mama, INCA: 6 mitos e verdades essenciais para o rastreamento precoce
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Entenda por que a mamografia é o principal exame de rastreamento do câncer de mama, quando iniciar o acompanhamento, quais mitos atrapalham a adesão ao exame e o que as especialistas recomendam para diagnóstico precoce

A mamografia é o exame central para identificar alterações ainda imperceptíveis ao toque, e o rastreamento adequado permite terapias menos agressivas, maior preservação da qualidade de vida e chance maior de cura.

No Brasil, a estimativa é de que o câncer de mama deva registrar 73.610 novos casos por ano, e quando detectado cedo as taxas de cura são muito altas.

Converse com o seu médico sobre idade de início do rastreamento e fatores de risco, e não adie a investigação diante de sinais suspeitos, conforme informação divulgada por Aline Zuliani.

Por que a mamografia é fundamental

A mamografia continua como o principal exame de rastreamento, porque identifica lesões que ainda não aparecem ao toque, e avanços como a tomossíntese, ressonância e o uso de inteligência artificial ajudam na interpretação, especialmente em mamas densas, melhorando a detecção.

O tumor é o mais incidente entre mulheres e, quando identificado em fases iniciais, apresenta mais de 90% de chance de cura, por isso o rastreamento sistemático tem impacto direto na sobrevida e na qualidade de vida.

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Seis mitos e verdades sobre mamografia e câncer de mama

Mito: só tem câncer de mama quem tem casos na família, é falso. Apenas 5% a 10% dos casos estão ligados a mutações hereditárias, a maior parte é multifatorial e envolve fatores como obesidade, consumo de álcool e tabagismo.

Mito: a mamografia sozinha é suficiente, é falso. Embora seja o exame principal, em alguns casos ela precisa ser complementada por ultrassonografia, tomossíntese ou ressonância magnética.

Mito: a mamografia só deve ser feita após os 50 anos, é falso. Sociedades médicas indicam iniciar aos 40 anos para todas as mulheres, e se houver fatores de risco a decisão deve ser individualizada com o médico.

Mito: a radiação da mamografia pode causar câncer, é falso. A dose utilizada é extremamente baixa e segura, e os benefícios do rastreamento superam qualquer risco teórico.

Mito: o câncer de mama é exclusivamente feminino, é falso. Embora raro, cerca de 1% dos casos ocorre em homens, por isso homens também devem ficar atentos a sinais.

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Verdade: quando descoberto precocemente, o câncer de mama tem altas chances de cura, e a sobrevida ultrapassa 90% em cinco anos, permitindo tratamentos menos invasivos e maior preservação da autoestima.

Cuidados práticos e recomendações para o exame

No dia da mamografia, evite usar desodorante, perfume ou cremes nas mamas e axilas, e prefira agendar o exame após o período menstrual, quando há menor sensibilidade, para maior conforto durante a imagem.

O exame clínico continua sendo fundamental, e alterações na pele da mama, secreção pelo mamilo ou nódulos devem ser investigados imediatamente, mesmo quando a mamografia recente é normal, conforme alerta de Bruna Zucchetti.

Quando procurar o médico e mensagens das especialistas

A mastologista Cinthia Moreira reforça que “O rastreamento adequado permite tratamentos menos agressivos e maior preservação da qualidade de vida”, e por isso manter exames e consultas regulares é essencial.

Como lembra a oncologista Bruna Zucchetti, “Alterações na pele da mama, secreção pelo mamilo ou nódulos devem ser investigados imediatamente, mesmo quando a mamografia recente é normal”, e “O câncer de mama é potencialmente curável. A prevenção começa com o rastreamento e com o acompanhamento médico regular. Quanto mais cedo for descoberto, maiores são as chances de cura”.

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Se você tem dúvidas sobre quando iniciar a mamografia, histórico familiar, ou fatores de risco, agende uma consulta e busque informações confiáveis com seu médico.

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