Técnico Júnior Rocha enaltece a coragem do Paysandu no clássico Re-Pa, avalia que a expulsão de Brian mudou os planos, e destaca o trabalho de construção e o ambiente interno do elenco
O Paysandu precisou lutar para manter o resultado no clássico Re-Pa, atuando com um jogador a menos por pelo menos 60 minutos, após a expulsão do volante Brian ainda no primeiro tempo.
O técnico Júnior Rocha ressaltou que a principal virtude do time foi a coragem, valor que, segundo ele, tem marcado o início da temporada da equipe bicolor.
O treinador também falou sobre a forma de trabalho, que privilegia tratar bem o elenco e incentivar atletas no erro e no acerto, um método que, na visão dele, melhora o ambiente do clube, conforme informação divulgada pela fonte enviada.
Expulsão de Brian, jogo com um a menos e impacto tático
O duelo ficou marcado pela mudança de planos após a expulsão de Brian ainda no primeiro tempo, situação que obrigou o Paysandu a se reorganizar. Mesmo em desvantagem numérica, a equipe conseguiu segurar o resultado e manter a postura de pressão organizada.
Rocha destacou a atuação sob pressão e explicou que, apesar do revés, o time aplicou o conceito definido para o confronto, mantendo a intensidade defensiva e a compactação para proteger o placar.
Coragem como marca do início de temporada
Sobre a característica que mais chamou a atenção, Júnior Rocha afirmou de forma direta, “Nosso time é corajoso. Nos primeiros dois jogos, pressionamos muito. Contra a Tuna, pressionamos mas a questão física pesou. Hoje conseguimos colocar o conceito de pressionar organizado. Mas ficamos com um a menos. O conceito de hoje foi a coragem dos dois primeiros jogos”, destacou o treinador.
Para Rocha, a coragem tem sido um elemento presente desde os primeiros compromissos, mesmo quando fatores físicos ou expulsões exigem adaptações durante as partidas.
Construção do elenco e o ambiente de trabalho
O técnico reforçou que a equipe está em processo de construção e que seu método prioriza um tratamento positivo aos jogadores, o que contribui para um ambiente de trabalho saudável e produtivo.
Rocha citou textualmente a sua visão do trato com os atletas, “Estamos em uma construção (de time) que preciso estudar. O atleta se sente bem assim (sendo incentivado no erro e no acerto). Eu gostaria de ser tratado assim. Quando tu comete um erro, olha para o treinador e é aplaudido, isso melhora (o ambiente). O nosso dia a dia é muito bom”, concluiu.
Com a vitória no clássico, o Paysandu reforça a confiança no trabalho de Júnior Rocha, enquanto segue ajustando o elenco e buscando manter a coragem e a organização tática nos próximos compromissos.








