Polícia Federal abriu investigação contra a empresa Fictor por suspeita de crimes financeiros, que incluem movimentações atípicas, possível lavagem de dinheiro e uso de estruturas para ocultar recursos, com bloqueios cautelares de bens
A Polícia Federal iniciou apurações sobre a atuação da empresa Fictor, após identificar operações financeiras consideradas atípicas em monitoramento recente.
As diligências buscam mapear transferências, beneficiários e a eventual participação de pessoas físicas e jurídicas em esquema que pode configurar crime financeiro.
A ação da PF prevê pedidos de bloqueio de ativos e solicitações de cooperação internacional, conforme informação divulgada pela Polícia Federal.
O que está sendo investigado
A investigação foca em movimentações que fogem ao padrão esperado para o setor em que a Fictor atua, com transações de alto valor entre empresas de fachada e contas no exterior.
Entre os pontos apurados estão a origem dos recursos, a existência de triangulações para ocultar beneficiários finais e indícios de lavagem de dinheiro, conforme os procedimentos iniciais da PF.
Ação da PF e medidas tomadas
Nas fases iniciais da operação, a Polícia Federal requisitou quebras de sigilo bancário e fiscal, e pode ter determinado bloqueios cautelares em contas e bens relacionados à Fictor.
Investigações financeiras costumam envolver pedidos de cooperação a agentes reguladores e instituições internacionais, para rastrear transferências e confirmar supostas irregularidades.
Impacto, risco reputacional e próximos passos
O caso pode gerar efeitos imediatos sobre contratos e parcerias da Fictor, além de pressionar acionistas e gestores a prestarem esclarecimentos às autoridades.
Fontes jurídicas consultadas pela investigação indicam que, se confirmadas as suspeitas, poderão ocorrer indiciamentos e ações penais, com possibilidade de acordos de colaboração em troca de redução de pena.
A PF deve aprofundar cruzamentos de dados e ouvir testemunhas enquanto a apuração corre em sigilo, e novas medidas podem ser anunciadas conforme evolução das diligências.








