O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, anunciou que a Polícia Federal já está em ação para identificar a origem de notícias falsas que visam confundir ou manipular beneficiários de programas sociais do governo. Durante sua participação no programa Bom Dia, Ministro, ele enfatizou a gravidade da situação, alertando sobre boatos que circulam, especialmente nas redes sociais, sobre mudanças nas regras do Bolsa Família.
Foco na desinformação e proteção dos beneficiários
Dias destacou que as fake news têm se intensificado em anos eleitorais, como o que se aproxima em 2026. Entre as informações falsas, uma recente alegava que apenas pessoas com filhos continuariam a receber o Bolsa Família. “Não há qualquer condicionalidade, no sentido de estimular os beneficiários a terem filhos. Isso é uma loucura!”, afirmou o ministro, ressaltando que a desinformação é um crime que pode causar sérios danos aos mais vulneráveis.
Consequências graves da desinformação
O ministro enfatizou a seriedade das consequências que essas notícias falsas podem ter. Ele exemplificou a situação de uma idosa que poderia ficar em pânico ao ouvir que perderia o direito ao Bolsa Família simplesmente por não ter filhos. “Imagina a dona Maria, com seus 70 anos, ouvir que não terá mais direito ao Bolsa Família só porque ela não tem filho. Isso pode levar uma senhora a infartar”, alertou Dias.
Ação imediata da Polícia Federal
Para combater essa desinformação, a rede federal de fiscalização foi mobilizada assim que as denúncias começaram a surgir. A participação da Polícia Federal é fundamental nesse processo. “A PF já está em campo. Doa a quem doer, vamos encontrar quem está fazendo esse desserviço”, garantiu Wellington Dias, que também pediu à população que denuncie irregularidades pelo Disque Social 121.
Denúncias de irregularidades no programa Gás do Povo
Além das fake news, o programa também abordou denúncias sobre cobranças irregulares no programa Gás do Povo. Um radialista informou que beneficiários estavam sendo cobrados indevidamente, e o ministro reforçou a necessidade de denúncias para que ações possam ser tomadas. “Sem denúncia, não temos o que fazer. O número 121 é para onde você tem de ligar em situações como esta”, finalizou Dias.





