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Premiê de Israel afirma que Hezbollah ‘pagará um alto preço’ após lançamento de foguetes

Israel sofreu neste sábado (27) o ataque mais mortífero desde o início da guerra em Gaza, com mais de uma dezena de crianças mortas após o impacto de um projéctil disparado num campo de futebol nas Colinas de Golã

EFE/Gabinete do Primeiro-Ministro
Benjamin Netanyahu e o secretário militar, general Roman Gofman, durante uma reunião depois do ataque ao norte de Israel neste sábado

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado (27) que o movimento islamista libanês Hezbollah pagará “um alto preço” após o bombardeio com foguetes que resultou na morte de 11 pessoas nas Colinas de Golã, um território anexado por Israel. Netanyahu se reuniu com líderes da comunidade local e disse que Israel não deixará “este ataque mortal sem resposta” e que o Hezbollah “pagará um alto preço, um preço que nunca pagou antes”, segundo um comunicado emitido pelo gabinete do primeiro-ministro.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, também se pronunciou e disse que o grupo islamista “assassinou brutalmente” crianças no bombardeio. “Terroristas do Hezbollah atacaram e assassinaram brutalmente crianças hoje, aquelas cujo único crime foi sair para jogar futebol. Elas não voltaram”, declarou Herzog em comunicado, após 11 jovens terem sido mortos quando um foguete atingiu um campo de futebol na cidade de Majdal Shams.

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O Exército israelense afirmou que o disparo de uma série de foguetes a partir do Líbano hoje foi “o ataque mais mortal contra civis israelenses desde 7 de outubro”. Além disso, a força armada “está preparando uma resposta” contra o movimento Hezbollah, um grupo pró-Irã, informou o porta-voz do Exército israelense, Daniel Hagari. Em 7 de outubro, combatentes islamistas palestinos lançaram um ataque no sul de Israel que resultou em 1.197 mortes e desencadeou a guerra na Faixa de Gaza.

Entenda 

A maioria dos mortes é crianças e adolescentes, segundo informaram fontes médicas à imprensa israelense. Além disso, outras 30 pessoas, algumas delas em estado crítico, ficaram feridas, como confirmaram as mesmas fontes, após um ataque em larga escala do grupo Hezbollah com foguetes a partir do Líbano. Várias equipes do serviço de emergência israelense Magen David Amon (MDA), ambulâncias e helicópteros foram rapidamente ao local para atender as vítimas.

“Testemunhamos uma grande destruição quando chegamos ao campo de futebol, além de objetos que estavam em chamas. Havia vítimas no gramado, e o cenário era horrível. Começamos imediatamente a atender os feridos, e alguns foram evacuados para clínicas locais”, diz um dos médicos do MDA. As sirenes antiaéreas, segundo o médico, continuaram soando enquanto as equipes de emergência israelenses atendiam os feridos.

Além disso, uma equipe de especialistas em desativação de bombas da polícia israelense do Distrito Norte continua inspecionando e protegendo a área das Colinas de Golã onde caíram “múltiplas munições para eliminar qualquer risco adicional”, conforme detalhado em um comunicado.

De acordo com o jornal israelense “The Times of Israel”, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, iniciou uma reunião de segurança nos Estados Unidos após este ataque. Além disso, o ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, realiza uma avaliação com o chefe do Estado-Maior do Exército, tenente-general Herzi Halevi, entre outros, conforme anunciado em suas redes sociais.

“Não há dúvida de que o Hezbollah ultrapassou todas as linhas vermelhas”, advertiu o ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, em uma entrevista à emissora de TV israelense “Canal 12”. “Estamos diante de uma guerra total”, acrescentou o chanceler.

Publicado por Carolina Ferreira
*Com informações da AFP e EFE

Fonte: Jovem Pan

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