Mobilização em Belém reúne categorias do funcionalismo em caminhada até a Secretaria Municipal de Saúde, com pedidos de revogação da Lei 10.266 e cobrança por negociação
A categoria da Assistência Social em Belém atinge nesta quinta-feira a marca de 18 dias em paralisação, motivando um ato unificado contra alterações no serviço público.
O protesto se concentrou na sede da Fundação Papa João XXIII e prosseguiu em caminhada pela Avenida José Malcher, com adesão de profissionais da educação e da saúde.
Os manifestantes seguem em direção à Secretaria Municipal de Saúde para unificar reivindicações e pedir a revogação imediata da Lei Municipal nº 10.266/2026, conforme informação divulgada pelo Sintsuas.
Motivos da mobilização
Os servidores dizem que a nova legislação desestrutura o plano de carreira e retira direitos consolidados, fato que motivou a adesão à paralisação. A categoria afirma que as mudanças ameaçam condições de trabalho e desenvolvimento profissional, e que a aprovação da Lei 10.266 provocou insegurança entre os empregados municipais.
Rota do ato e unidade entre setores
O ato teve início na Fundação Papa João XXIII e seguiu pela Avenida José Malcher até a Secretaria Municipal de Saúde, com a intenção de agregar demandas de diferentes áreas. Lideranças destacam que a falta de diálogo da gestão municipal motivou a continuidade da greve por tempo indeterminado, e que a união entre assistência social, educação e saúde marca uma escalada nas mobilizações.
Reivindicações e impactos esperados
Além da revogação da Lei Municipal nº 10.266/2026, os servidores cobram negociação efetiva com o Executivo e garantias de manutenção de direitos. O Sintsuas alerta que a precarização do serviço público atinge diretamente o atendimento à população mais vulnerável da capital, e pede que a prefeitura abra canal de diálogo para evitar mais prejuízos aos usuários dos serviços.







