A Polícia Penal do Distrito Federal iniciará uma perícia na tornozeleira eletrônica que estava sendo utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após relatos de violação do dispositivo. O equipamento foi retirado após sua prisão preventiva, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes.
De acordo com relatório da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), responsável pelo monitoramento eletrônico, uma violação foi detectada na madrugada de sábado (22) pelo Centro de Monitoramento (CIMI). O documento indica que não houve um rompimento total do equipamento, mas uma danificação.
Investigação técnica
A perícia buscará determinar a natureza exata dos danos causados ao dispositivo. Entre as hipóteses investigadas estão possíveis tentativas de remoção, quebra ou impacto contra superfícies. O laudo técnico será posteriormente encaminhado à Polícia Federal.
O relatório sobre a danificação da tornozeleira foi um dos elementos considerados na decisão que determinou a prisão preventiva de Bolsonaro. O documento menciona suspeitas de tentativa de fuga para embaixadas dos Estados Unidos e Argentina.
Após ser detido, Bolsonaro foi encaminhado a uma sala adaptada como cela especial na Superintendência da Polícia Federal. O espaço conta com cama, colchão, ar-condicionado, frigobar com água e sucos, banheiro privativo e uma pequena janela com vista para uma área gramada da instituição.
Com Informações: CNN Brasil







