O show de réveillon comandado por Zezé Di Camargo em Marabá terminou envolto em polêmica e forte reação negativa do público. Desde os primeiros minutos da apresentação, pessoas que acompanhavam o evento passaram a relatar que o cantor estaria dublando músicas mais antigas de seu repertório, utilizando gravações prévias de voz em vez de execução ao vivo.
Segundo relatos de quem estava presente, a voz ouvida durante as canções não apresentava variações típicas de uma performance em tempo real. O público apontou que os únicos momentos claramente ao vivo ocorriam quando o artista falava entre uma música e outra ou em breves pausas entre os versos cantados. Para muitos, tratou-se de playback vocal do próprio cantor, prática que gerou indignação imediata.
A repercussão ganhou ainda mais força quando a transmissão ao vivo realizada pela Prefeitura de Marabá foi retirada do ar antes mesmo do término da primeira música. Posteriormente, uma nova live foi iniciada apenas quando o cantor já se encaminhava para as últimas canções do show.
Nos comentários da transmissão interrompida, internautas passaram a sugerir que a queda do sinal teria ocorrido porque, no ambiente digital, o uso de playback se tornava ainda mais evidente. Após a interrupção da live, as críticas se intensificaram, ampliando a percepção de que a apresentação não entregou o que havia sido anunciado.
Com o avanço do show, a insatisfação passou a ser manifestada de forma aberta. Parte do público classificou a apresentação como “enganação” e “farsa”, termos que também se multiplicaram nas redes sociais. Comentários críticos ao formato do espetáculo aumentaram à medida que a dublagem se tornava mais perceptível.
A estimativa de público foi de cerca de 10 mil pessoas, número considerado abaixo do esperado pela própria prefeitura para a principal atração da virada do ano. Participantes apontaram que a frustração com a apresentação contribuiu para a dispersão do público e para a sensação de baixa adesão ao evento, que havia sido divulgado como um dos maiores réveillons da região.
Até o momento, não houve posicionamento oficial do cantor ou de sua assessoria sobre as acusações de uso de playback. O espaço segue aberto para manifestação dos envolvidos.
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