Virginia Fonseca e pomada íntima, risco de doping em Vini Jr, ginecologista esclarece os limites

Ginecologista esclarece se o uso de pomada íntima por parceiras pode transferir hormônios proibidos ao atleta, quando isso seria relevante para um teste antidoping e que cuidados adotar A declaração de Virginia Fonseca sobre comunicar a equipe médica de um[…]

Virginia Fonseca e pomada íntima, risco de doping em Vini Jr, ginecologista esclarece os limites
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Ginecologista esclarece se o uso de pomada íntima por parceiras pode transferir hormônios proibidos ao atleta, quando isso seria relevante para um teste antidoping e que cuidados adotar

A declaração de Virginia Fonseca sobre comunicar a equipe médica de um jogador antes de usar qualquer creme íntimo voltou a repercutir nas redes sociais, por suposto risco de antidoping no parceiro atleta.

A influenciadora disse que segue orientações rígidas em relação a medicamentos vaginais e que avisou o companheiro para evitar problemas em exames, ressaltando preocupação com substâncias que possam ser proibidas.

As informações sobre os riscos e as substâncias envolvidas foram esclarecidas por uma ginecologista, conforme informação divulgada pelo EXTRA.

O que Virginia Fonseca afirmou

Virginia relatou a experiência pessoal em que a orientação foi comunicada pelo companheiro atleta, e explicou o cuidado que tem com produtos íntimos, ela afirmou, “Se eu fui ao ginecologista e tenho que usar alguma pomada, tem que passar pela equipe dele, porque talvez pode cair no doping, Ele me falou: ‘Tudo o que você for passar tem que falar pra mim antes, porque pode dar doping’,”.

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O que a ginecologista explicou sobre substâncias e transferência

Ao comentar o caso, a ginecologista e sexóloga Andréa Rufino detalhou que algumas substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping incluem hormônios e anabolizantes, citando especificamente, testosterona, nandrolona, estanozolol, trembolona, DHEA e gestrinona.

Segundo a médica, cremes ou óvulos vaginais que contenham hormônios, como DHEA ou gestrinona, podem, em teoria, gerar contato com o parceiro durante a relação sexual, porém a absorção pelo organismo do outro depende de fatores como dose, frequência de uso e quantidade transferida.

Em outras palavras, a possibilidade existe do ponto de vista técnico, mas não se trata de algo automático, cada situação precisa ser avaliada de forma individual, levando em conta o tipo de medicamento e a rotina do atleta.

Como funciona o antidoping e que cuidados adotar

O exame antidoping busca identificar no organismo do atleta substâncias ou métodos proibidos que possam alterar artificialmente o desempenho, por isso atletas de alto rendimento costumam adotar cuidados severos com medicamentos e suplementos.

Especialistas recomendam que, quando houver uso de pomada íntima ou qualquer medicamento pela parceira de um atleta, a orientação é comunicar a equipe médica do clube, guardar receitas e rótulos, e, se houver dúvida sobre risco, evitar contato íntimo até esclarecimentos, usar preservativo ou consultar o médico responsável.

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Em casos de substâncias que possam ser absorvidas ou transferidas, a equipe médica pode orientar testes preventivos ou medidas para reduzir o risco de contaminação, sempre com avaliação individualizada e acompanhamento profissional.

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