Após crise na segurança, Tarcísio cria comitê com PM, MP e Polícia Civil

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) vai anunciar nesta segunda-feira (10) a criação de um comitê que une representantes das polícias Civil e Militar e do Ministério Público.

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O Comitê de Assessoramento Estratégico para Políticas de Segurança Pública é uma resposta a uma sequência de notícias negativas às forças de segurança do estado de São Paulo.

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Fontes ouvidas pela CNN apontam que a ideia já tinha sido debatida em 2024, mas o governador esperava um momento de “calmaria” no noticiário, para que o comitê não parecesse uma ação de marketing.

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    Na prática, o grupo vai recomendar novas medidas na segurança pública do estado, rever protocolos, desenvolver projetos e programas e buscar soluções de gestão, para aprimorar o diálogo entre órgãos e instituições, ao passo que qualifica a tomada de decisões no setor.

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    O comitê será formado por 7 pessoas:

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    • secretário da Segurança Pública
    • comandante-geral da Polícia Militar
    • delegado-geral da Polícia Civil
    • controlador geral do Estado
    • procuradora geral do Estado
    • procurador-geral de Justiça
    • a defensora público-geral do Estado
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    Ao colocar as forças policiais na mesma mesa que representantes do Ministério Público e Defensoria, Tarcísio faz um gesto ao Poder Judiciário e fura a bolha do bolsonarismo.

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    “Nosso compromisso é trabalhar com inteligência, eficiência e diálogo para garantir mais segurança para todos os paulistas […]. É mais uma garantia para que as nossas decisões sejam baseadas em conhecimento técnico e a ampla participação de setores essenciais”, disse o governador em nota enviada à CNN.

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    Nos últimos meses, uma série de notícias negativas maculou a imagem das polícias de Tarcísio. O cenário já era ruim em novembro, com o assassinato do delator do PCC, Antônio Vinícius Gritzbach, e o envolvimento de policiais civis e militares que seria confirmado nas semanas seguintes.

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    Pra além disso, também foram revelados outros casos, como o PM que jogou um homem de uma ponte, na zona Sul de São Paulo, outro major de folga que, num dia de fúria, destruiu uma adega e agrediu um homem em Jacareí, interior do estado e um estudante de medicina morto com um tiro a queima roupa em um hotel na capital paulista.

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    Na última semana, dois novos casos envolvendo a Polícia Civil. Uma operação em um presídio encontrou 23 aparelhos de telefone celular no Presídio da Polícia Civil, na zona Norte de São Paulo. Na última sexta-feira (7), uma delegada que atuava no centro de São Paulo foi afastada por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

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    Os casos geraram impacto à imagem da segurança em São Paulo e do governo. Após a criação do Comitê, representantes de outros órgãos e entidades públicas, privadas e da sociedade civil, poderão ser convidados para participar dos debates. As reuniões dependem de convocação do governador e a participação não será remunerada.

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    Com Informações: CNN Brasil

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