Operação contra furto de energia é deflagrada em nove cidades paraenses

A Polícia Científica do Pará (PCEPA), em parceria com a Polícia Civil e a distribuidora de energia elétrica, intensificou as ações de combate ao furto de energia no município de Castanhal e em outras oito cidades do nordeste paraense. Na manhã desta segunda-feira (27), equipes do Núcleo de​ Engenharia Aplicada (Nuenp) iniciaram a operação, que também contou com a participação da Delegacia de Combate aos Crimes Contra Concessionárias de Serviços Públicos (DCCCCSP).

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Durante a ação, os peritos realizaram inspeções técnicas para identificar ligações clandestinas feitas diretamente na rede elétrica, sem passar pelo medidor, prática que reduz artificialmente o registro do consumo. “Durante a perícia é realizado procedimento para verificar ligações clandestinas, feitas diretamente na rede da concessionária, o que contabiliza uma quantidade de energia menor que a consumida na hora da leitura”, afirmou o perito criminal e engenheiro elétrico, Adalberto Matos.

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Além de Castanhal, a operação abrangeu os municípios de Bragança, Cachoeira do Piriá, Capanema, Salinópolis, Santo Antônio do Tauá, São Francisco do Pará, São João de Pirabas e Vigia. Os crimes investigados incluem furto de energia, desvio e fraude no sistema de medição, cujas penas variam de 1 a 4 anos de reclusão, além de multa, conforme o artigo 155 do Código Penal Brasileiro.

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De acordo com Orley Cruz, perito criminal e coordenador de Engenharia Legal da PCEPA, as perícias de furto de energia estão entre as mais requisitadas pelo Nuenp, totalizando mais de 400 casos em 2024. “As perícias em local de furto de energia elétrica estão, na estatística, dentre as perícias mais demandadas, sobretudo devido à mentalidade que se tinha, de um passado recente, no qual havia quase que a certeza da impunidade por parte dos infratores. Hoje podemos dizer que o êxito alcançado é resultado da perfeita integração e planejamento estratégico entre Polícia Científica, Polícia Civil e concessionária, que propicia um curtíssimo espaço de tempo entre as datas do flagrante e do laudo pericial”, declarou.

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Com Informações: O Liberal

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