Presos em operação na Maré extorquiam empresários como fonte de renda

Os criminosos presos durante uma operação conjunta entre a Polícia Civil do Espírito Santo e a Polícia Militar do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira (29), tinham como principal fonte de renda a extorsão de empresários provedores de serviços. Um deles tinha ligações com os chefes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Vitória, no Espírito Santo.

SAIBA MAIS

Segundo a PCES, Bruno Gomes de Faria e Luan Gomes de Faria, conhecidos como irmãos Vera, que foram apontados como chefes da facção no Espírito Santo, bem como Marcos Luiz Pereira, vulgo “MK”, extorquiam empresários de provedores de internet e de serviços de gás e água.

SAIBA MAIS

  • Adolescente de 16 anos morre após ser baleada no Espírito Santo

  • SAIBA MAIS
  • Homem se passava por médico para aplicar golpes em pacientes de hospital

  • SAIBA MAIS
  • Vídeo: vereador é investigado por fala racista durante sessão no RS

  • SAIBA MAIS

    A operação prendeu três pessoas no Espírito Santo, sendo um deles preso em flagrante por tráfico de drogas. Outras três foram presas, no Complexo da Maré, na capital fluminense.

    SAIBA MAIS

    As empresas, que tinham seus donos extorquidos, só podiam atuar nas áreas dominadas pelo TCP mediante pagamento de uma mensalidade, que poderia chegar a R$ 10 mil.

    SAIBA MAIS

    As investigações comprovaram que um dos empresários, atuante no ramo de internet, passou a danificar os cabos de conexão das empresas rivais e obrigava moradores locais a aderir seus serviços. O empresário era familiar de Luan, um dos irmãos Vera, e foi um dos presos na capital do Espírito Santo.

    SAIBA MAIS

    “A partir deste momento, as investigações deixam claro que a facção se torna uma espécie de sócia desse empresário. Uma central de internet chegou a ser desativada no Morro da Garrafa, em Vitória”, apontou o delegado Alan Moreno de Andrade, coordenador do Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat).

    SAIBA MAIS

    Para que os valores fossem lícitos, a facção utilizava contas bancárias, incluindo de uma lotérica, além de uma instituição financeira irregular, que funcionava dentro do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, comunidade alvo da operação no Rio de Janeiro.

    SAIBA MAIS

    Com Informações: CNN Brasil

    SAIBA MAIS

    Gostou deste story?

    Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!

    Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!

    Portal Gurupi