Primeira-ministra da Itália é investigada por libertação de suspeito líbio

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, disse nesta terça-feira (28) que foi colocada sob investigação judicial após uma decisão do governo de soltar um policial líbio que era procurado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI).

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Osama Elmasry Njeem foi solto na semana passada e levado para casa por uma aeronave estatal italiana, poucos dias após ter sido detido na cidade de Turim, no norte, sob um mandado de prisão do TPI por supostos crimes contra a humanidade.

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A corte internacional exigiu uma explicação, dizendo que não foi consultada sobre a decisão de soltá-lo.

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    Meloni afirmou em uma mensagem publicada nas redes sociais que foi colocada sob investigação por supostamente auxiliar e encorajar um crime e uso indevido de fundos públicos.

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    Ela não tem obrigação de renunciar, e ser colocada sob investigação na Itália não implica culpa, nem significa, necessariamente, que acusações formais serão apresentadas.

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    “Não serei chantageada, não me permitirei ser intimidada, o que pode ser o motivo pelo qual sou, digamos, odiada por aqueles que não querem que a Itália mude e se torne melhor”, argumentou Meloni em um vídeo publicado em seu perfil do Facebook.

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    O ministro da Justiça Carlo Nordio, o ministro do Interior Matteo Piantedosi e o subsecretário do gabinete para assuntos de inteligência da Itália, Alfredo Mantovano, também foram colocados sob investigação, ainda segundo Meloni.

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    Ela disse acreditar que a investigação foi iniciada por Luigi Li Gotti, um advogado que anunciou na semana passada que havia registrado uma queixa sobre a libertação de Njeem e o uso de um jato oficial para levá-lo de volta a Trípoli.

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    Meloni também comentou que o caso estava sendo liderado pelo mesmo promotor que investigou o vice-primeiro-ministro Matteo Salvini na Sicília por supostamente sequestrar 100 imigrantes que estavam a bordo de um barco que ele havia “bloqueado” no mar por quase três semanas em 2019.

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    Salvini foi absolvido do caso no mês passado.

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    Com Informações: CNN Brasil

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