Plataforma concorda com medidas para reduzir a dependência das redes sociais, incluindo auditorias independentes, ajustes em design e apoio a usuários, com foco em proteção de menores e transparência
O acordo celebrado entre a plataforma e autores da ação coletiva prevê compromissos em torno da redução da dependência das redes sociais, segundo as partes envolvidas. A proposta inclui alterações na experiência do usuário, políticas de conteúdo, e a contratação de avaliadores externos para revisar práticas internas.
Fontes indicam que o pacto busca equilibrar inovação com segurança, com medidas destinadas a limites de uso e melhorias nas ferramentas de controle parental. Não houve divulgação de valores específicos, e a implementação terá prazos e monitoramento independente.
Especialistas esperam que o acordo leve a mudanças na forma como plataformas encorajam interações, com impacto em políticas globais sobre saúde digital e proteção de crianças, conforme informações divulgadas pelas partes no processo.
Termos do acordo
De acordo com o texto apresentado pelas partes, entre os compromissos estão a realização de auditorias independentes, revisões de mecanismos que podem incentivar uso compulsivo, e atualizações de design para reduzir vieses que prolongam a permanência do usuário. Também há previsão de relatórios públicos regulares sobre progresso.
Reações e implicações
Organizações de defesa da saúde mental e especialistas em tecnologia reagiram com cautela, elogiando os pontos de transparência, e cobrando fiscalização rigorosa. Acordos desse tipo podem criar precedentes, motivando outras plataformas a adotar medidas similares contra a dependência das redes sociais, e influenciar reguladores em diferentes países.
O que muda para usuários e menores
Usuários devem ver mudanças práticas, como configurações padrão voltadas para bem-estar, recursos de limitação de tempo e ferramentas melhoradas para pais e responsáveis. Para menores, há expectativa de políticas mais rígidas de verificação etária e conteúdo, e programas de educação digital vinculados ao acordo.
O desfecho coloca o tema da dependência das redes sociais no centro de debates sobre responsabilidade das plataformas e proteção de públicos vulneráveis, com impacto potencial na legislação e nas práticas do setor.





