A Justiça do Distrito Federal decidiu manter a prisão do piloto de automobilismo Pedro Turra, de apenas 19 anos, após uma audiência de custódia realizada neste sábado. A decisão, confirmada pela defesa do acusado, é um desdobramento do caso que ganhou atenção na capital federal.
Piloto é acusado de lesão corporal grave após briga em Brasília
Turra foi preso na sexta-feira, dia 30, pela Polícia Civil, acusado de agredir um adolescente de 16 anos em Vicente Pires. A briga, que ocorreu na semana passada, começou devido a um chiclete lançado em um amigo da vítima, que atualmente está internado na UTI do Hospital Águas Claras, em estado de coma.
Decisão judicial e alegações da defesa
Na audiência, a juíza responsável também determinou que a corregedoria da Polícia Civil fosse notificada sobre possíveis irregularidades na conduta dos policiais durante a detenção do piloto. O advogado de Turra, Eder Fior, declarou que o cliente está sofrendo ameaças de morte e criticou a ação policial como uma “espetacularização” da situação.
Encaminhamentos e antecedentes de agressão
Turra já havia sido preso anteriormente, mas foi solto após pagar fiança de R$ 24 mil. A nova prisão foi autorizada com base em novas evidências que ligam o piloto a outros casos de agressão, incluindo um incidente em que usou um taser contra uma adolescente de 17 anos para forçá-la a beber. Além disso, um homem se apresentou à delegacia afirmando ter sido agredido por Turra no ano passado.
Consequências na carreira e repercussão
Após os eventos recentes, Turra foi desligado da Fórmula Delta, uma competição de automobilismo onde atuava como piloto. O caso continua a gerar repercussão na mídia, evidenciando a gravidade das acusações e as implicações para a carreira do jovem atleta.





